![]() |
|
1964 O golpe militar derruba a frágil montagem sindical baseada no populismo. O governo decreta intervenção em centenas de sindicatos. Os militantes político-sindicais entram no trabalho subterrâneo, clandestino. O governo coloca interventores no sindicato dos metalúrgicos de São Paulo. 1967 Eleições no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Forma-se a "Chapa Verde", de Oposição, composta por militantes de diferentes experiências de vida(alguns são de origem cristã, outros são de formação marxista e outros independentes). Estas raízes continuam até hoje. A Chapa de Oposição é encabeçada por Waldemar Rossi. Em Osasco, a Oposição Sindical ganha as eleições do Sindicato dos Metalúrgicos numa linha muito semelhante à da Oposição de São Paulo, tornando-se referência para uma perspectiva classista.
LIVRETO: "NAS RAIZES DA DEMOCRACIA OPERARIA" 1968 A Oposição Sindical participa do 1ºde Maio na praça da Sé, onde os trabalhadores reunidos expulsam do palanque os dirigentes sindicais pelegos e o Governador do Estado, Abreu Sodré , atual Ministro das Relações Exteriores da Nova Republica. Os metalúrgicos de Osasco vão a greve, a diretoria é cassada e torna-se clandestina. A cidade é ocupada por tropas do exercito. 1970 O trabalho da Oposição Sindical é subterrâneo, organizando grupos de fábrica. No 19 de Maio, há uma tentativa de manifestação pública, na qual diversos trabalhadores são presos e Olavo Hansen - metalúrgico - é assassinado. A formação de militantes é uma das principais tarefas da Oposição. São dados vários cursos para grupos de fábrica. Entre outros materiais, é usado um livreto que a Oposição faz circular clandestinamente.
LIVRETO: "HISTÓRICO DO SINDICALISMO NO BRASIL - 1880-1970" Os boletins da Oposição são passados de mão em mão dentro das fábricas.
JORNAL: "LUTA OPERARIA" - 1970 1971 A Oposição tem uma coordenação eleita pelos militantes dos vários setores (regiões) de São Paulo. Entre os coordenadores: Waldemar Rossi, Cleodon Silva, Vito Gianotti, Raimundo Moreira, Luiz Hirata. Os boletins mudam de nome, mas continuam sendo distribuídos por dentro das fábricas, auxiliando no trabalho de informação e organização.
JORNAL: "NOTÍCIAS METALORGICAS" - 1971 1972 A Oposição lança chapa para o Sindicato. Waldemar Rossi novamente encabeça: perdeu as eleições. 1974 Mais de 50 militantes metalúrgicos de Oposição são presos pelo DOPS. Tortura e vários meses de prisão para todos. Toda a liderança da oposição fica com os Movimentos controlados. 1975 Continua o trabalho de organização dentro das fabricas. Realizamos pequenas greves. A Oposição Sindical não consegue formar a chapa para as eleições sindicais e convoca a categoria ao voto de protesto. 1976 Nasce o jornal "Luta Sindical", que vive até I984.
JORNAL: LUTA SINDICAL 1978 Contemporaneamente a São Bernardo, em maio de 78 estouram as primeiras greves nos metalúrgicos de São Paulo. Em São Paulo, a primeira greve será na TOSHIBA, fábrica onde trabalhava Anísio Batista, que encabeçava a chapa 3, Chapa da Oposição para as eleições no Sindicato. JUNHO: A Oposição estimula centenas de greves dentro das fábricas. Em muitos casos se consegue a Comissão de Fábrica.
LIVRETO: " AS COMISSÕES DE FABRICA ". (ED. VOZES) JULHO: Votação no Sindicato. A diretoria pelega frauda a eleição. A Oposição é vencedora. O Ministro do Trabalho intervem e mantem o velho pelego no cargo.
FILME: "BRAÇOS CRUZADOS, MÁQUINAS PARADAS" A Oposição escreve sua experiência e sua visão sobre as Comissões de Fábrica.
LIVRETO: "COMISSÃO DE FÁBRICA" Dentro do esforço de Formação a Oposição começa um jornal de recortes, feito e distribuído por alguns de seus militantes: Jornal dos Jornais.
COLEÇÃO JORNAL DOS JORNAIS A Oposição força o Sindicato Oficial a decretar a 1ª Greve Geral da Categoria no Brasil, após 1964. Os metalúrgicos de São Paulo entram em greve, que será traída pela direção do Sindicato. As Comissões de Fábrica serão destruídas completamente. 1979 A Oposição realiza seu Iº Congresso. As suas teses são publicadas aos milhares e se espalham pelo Brasil afora. Uma das decisões do Congresso foi de realizar um Encontro Nacional das Oposições do Brasil. Desse encontro sai uma linha do Sindicalismo Classista que fará com que muitos pelegos caiam no Brasil todo. Gradativamente esse encontro aumenta na participação e se transformará no ENTOES ( ENCONTRO NACIONAL DOS TRABLHADORES EM OPOSIÇÃO A ESTRUTURA SINDICAL ). O ENTOES será a base para se formar a ANAMPOS, que será mais um passo rumo a CUT. A Oposição em suas teses de 1979 defende a criação de uma " Central Única dos Trabalhadores".
LIVRETO: " TESES APROVADAS - Iº CONGRESSO NOVEMBRO: A Oposição lidera uma greve de 11 dias, com 80% da categoria parada. A direção do Sindicato Oficial é contra a greve. Essa greve foi dirigida pela Oposição Sindical através dos Comandos de Greve. Em 30/10/79 é assassinado num piquete, o companheiro Santo Dias da Silva, membro da Coordenação da Oposição metalúrgica e membro da Pastoral Operária. 1980 A direção da Oposição se amplia com companheiros já experimentados na luta como Carlúcio Castanha, Sebastião Lopes Neto, Helio Bombardi e se juntarão aos históricos Rossi, Anisio, Silva, Vito, Raimundinho, Farinazzo. No campo de formação várias iniciativas são tomadas: cursos, palestras e livretos.
LIVRETO : 1º DE MAIO, UM DIA DE LUTA
APOSTILA: EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS
TEXTO ELABORADO PELA BASE-FUT DE PORTUGAL
LIVRETO: "O QUE É SINDICALISMO CLASSISTA"
LIVRETO: "A NOVA CLT" ABRIL: Greve dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. A Oposição organiza inúmeros Comitês de Apoio nos bairros de São Paulo. Inicia a aproximação da experiência da Oposição de São Paulo com o sindicalismo de São Bernardo. Maio: O 1º de Maio reúne 100 mil pessoas em São Bernardo do Campo, onde a Oposição Sindical tem participação ativa. Novembro: A Oposição não consegue levar a categoria a uma nova greve. Inicia a época de greves por fábrica. Para um trabalho de formação de massa a O.S.M. publica o Texto de Lenin "Sobre as Greves" que até hoje continua sendo reproduzido aos milhares.
LIVRETO: "SOBRE AS GREVES" A experiência do trabalho de formação - informação da Oposição com o Jornal dos Jornais é relatada na Tese de Mestrado do jornalista e prof. Luiz Egipto. Desde 1978, um membro histórico da direção da Oposição, Cleodon Silva, com pseudônimo de Pedro Macambira, publicava livretos ( cordéis ) em versos no estilo do Nordeste do Brasil. o conteúdo era sempre a luta entre patrões e operários nos seus diferentes aspectos.
CORDEIS DE PEDRO MACAMBIRA - Um dos espelhos do Sindicalismo Classista que a Oposição propõe é a COB da Bolivia. Assim 10 mil livretos são impressos com as Teses da COB. As Teses da COB, a partir dai desempenham um papel importante nas discussões sobre os Estatutos da CUT.
LIVRETO:"ESTATUTOS DA COB" A diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo continua cumprindo seu papel de colocar obstáculos às lutas fabris. Desestimada qualquer tipo de greve e quando elas acontecem, busca isolá-las. No entanto, o descontentamento é grande, a categoria está acumulando experiências. Este é um período de greves por fábrica, como por exemplo a greve da Piratininga, que acontece como tantas outras, contra a vontade da direção do sindicato.
LIVRETO: "35 DIAS DE GREYE NA PIRATININGA" Waldemar Rossi, da coordenação da Oposição e da direção nacional da Pastoral Operária, faz o discurso de saudação ao Papa João Paulo II em nome dos trabalhadores brasileiros.
LIVRETO: "OS HUMANOS, NÃO PEÇAS DE REPOSICÃO" 1981 Nova eleição para direção do Sindicato. Rossi encabeça pela 3ª vez a Chapa de Oposição. Nas fábricas, a Oposição vence as eleições; mas os votos dos aposentados darão vitória à Chapa da velha direção pelega aliada aos novos amigos do PCB.
EXTRATO: "DOSSIÊ DAS ELEIÇÕES DE 1981"
EXTRATO: "PACTO SOCIAL: DAS NEGOCIAÇÕES AO PACOTE" AGOSTO: Iª Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras. (CONCLAT). A Oposição participa com 8 delegados e se posiciona junto com Lula, Jacó Bittar e o bloco do ANAMPOS a favor da Greve Geral; do total desatrelamento do sindicato do Estado e pela formação da Central Única dos Trabalhadores, a CUT Waldemar Rossi, da direção da Oposição, é eleito no Congresso, membro da direção nacional do PRÓ-CUT. A Oposição Sindical, com a vitória nas fabricas, ajuda a difundir a proposta de Oposição - Sindical em todo pais.
LIVRETO: "COMO FAZER TREZE PONTOS NUMA ELEIÇÃO SINDICAL" A Oposição participa do PRO-CUT levando a mensagem de um Sindicalismo Classista e de Base.
BROCHURA: "CUT PELA BASE" 1982 Com a discussão da fundação da CUT e a filiação a alguma Central Sindical Mundial a O.S.M. edita o livreto " Centrais Sindicais Mundiais " e propõe o não alinhamento com nenhuma dessas Centrais.
LIVRETO: AS CONFEDERAÇÕES SINDICAIS MUNDIAIS No meio Oposicionista, entre alguns militantes nasce a iniciativa de se criar uma Resenha de Jornais, uma publicação quinzenal, visando possibilitar o acesso à informação da vanguarda de atuação sindical em diversas categorias. Mais de 500 assinantes a receberam quinzenalmente.
RESENHA A Oposição reúne militantes e companheiros combativos de várias fábricas no seminário " A Organização dos Trabalhadores e a política do Sindicato dos metalúrgicos de São Paulo.
APOSTILA 1983 Continua a regularidade do Jornal da Oposição. Como fruto da discussão do jornal, vários textos são publicados na forma de livretos.
LIVRETO: "MORATÓRIA O QUE É ISTO?"
LIVRETO: "PATRÕES BUSCAM NOVO FÔLEGO" Os militantes da Oposição são demitidos nas fábricas. E O caso-escândalo do Carlúcio Castanha, membro da CIPA e mesmo assim, despedido da Arno. Foi uma luta de resistência que originou uma jurisprudência para casos semelhantes. A O.S.M. faz lutas encarniçadas para defender o direito de organização nos locais de trabalho.
LIVRETO: "A CIPA E JUSTIÇA NO TRABALHO"
DOSSIÊ: "LIVRO NEGRO DA ARNO" Vários outros casos são defendidos com afinco pela Oposição com o apoio de uma advogada, Gilda Graciano, que com sua visão classista assiste os militantes oposicionistas. Este mesmo problema persiste até os dias atuais por não existir nenhuma estrutura que garanta um acompanhamento político de casos jurídicos que ocorrem freqüentemente. Durante o ano de 83, ano este de fundação da CUT, em meio à crise econômica que abalava o pais, a O.S.M. mantém e impulsiona a discussão sobre a construção de organização horizontal dos trabalhadores. A organização por local de trabalho sempre havia sido ponto da pauta nas reuniões dos setores e da coordenação na sua forma prática (como iniciar o trabalho, como aumentar o trabalho etc ) e agora toma destaque nos seus aspectos teóricos ( papel destes organismos na construção do socialismo vinculação com partidos, ênfase nas manifestações espontâneas ou num trabalho mais organizado e definido etc.
TEXTO: "A ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES NOS LOCAIS DE TRABALHO" As duas posições são encabeçadas por dois coordenadores da Oposição. Preparam-se novas eleições sindicais. A preocupação em não fazer unicamente uma campanha eleitoreira é forte entre os membros da Oposição. A discussão se torna acalorada.
TEXTO: "PARA TODO METALÚRGICO LER E PENSAR" Contemporaneamente a Coordenação da Oposição lança a " TRIBUNA DE DEBATES para que todos possam colocar suas posições sobre as futuras eleições de julho de 84.
APOSTILA: TRIBUNA DE DEBATÉS Nº2
APOSTILA: SOBRE AS ELEICÕES SINDICAIS/84 O debate sobre as eleições sindicais não prejudica o trabalho de organização dentro das fábricas. Pelo contrario, e no final de 83 que a Oposição chama vários encontros de metalúrgicos de base, tendo como objetivo a discussão da campanha salarial, a organização nos locais de trabalho e sua articulação. As eleições sindicais se colocam na pauta no 4º encontro realizado, dentro da perspectiva da organização de base e da união da categoria.
APOSTILA: "ENCONTRO DE FÁBRICAS DE SÃO PAULO" Enquanto isso a Oposição não descuida da formação de militantes. Do seu seio nasce uma nova edição do livreto de 1970.
LIVRETO: "CEM ANOS DE LUTA DA CLASSE OPERÁRIA NO BRASIL"
BROCHURAS: "A MAIOR PONTE DO MUNDO" E "TÁ VAZIO" 1984 A O.S.M. defende a formação de uma Chapa para as eleições juntando velhos oposicionistas e novos companheiros que em campanha e num amplo processo democrático formam a Chapa encabeçada por Helio Bombardi. O Jornal tradicional da O. S.M. "Luta Sindical" deixa de circular em março de 1984 sendo substituído por material da própria Chapa. Nesse mês sai à luz um volumoso estudo sobre esse jornal. Com a análise da vida e história da Oposição, através de seu jornal
DOSSIE: "RADIOGRAFIA DE UM JORNAL OPERÁRIO" A eleição novamente dá vitória a Oposição dentro das fábricas e novamente aposentados garantem a velha estrutura pelega e os novos aliados da área PCB, PC do B. Todo o processo e documentado no Dossiê da Chapa 2. A diretoria do sindicato de forma violenta não permite o acesso à lista de associados e promove agressões contra membros da chapa de Oposição.
DOSSIÊS DA FORMAÇÃO DA CHAPA 2 Após a eleição, a Oposição amplia seu leque, incorporando à sua composição novos companheiros, militantes experientes e com novas idéias, que muito contribuíram para o novo salto da Oposição, assim a direção da Oposição se enriqueceu com Chico Gordo, Reni e outros muitos novos companheiros de CIPAS e de Comissões de fábrica vieram dar um novo vulto à Oposição, que passa a se denominar Movimento de Oposição Sindical Metalúrgico de São Paulo - MOSM-SP. A Oposição tinha saido do recinto da apuração dos votos da eleição gritando: " Nas fábricas, na rua, a luta continua! e - A nossa direção é a Oposição! A partir dai a nova Oposição lutará para assumir enquanto direção de fato da categoria. Sempre na linha de formação e informação, a Oposição, junto com o CPV, publica um livreto dos Cordeis que durante a eleição foram cantados em portas de fábricas.
LIVRETO: "OS CORDEIS NAS PORTAS DAS FÁBRICAS" Desse período o CPV publica vários dossiês sobre bandeiras de luta da Oposição Sindical como:
DOSSIES: "A COMISSÃO DE FÁBRICA", "DOSSIÊ SOBRE AS GREVES" E "AUTONOMIA SINDICAL" Visando a formação da classe, a Oposição promove na área de teatro a apresentação de um epetáculo e leva 500 operários para assistir a melhor peça desse ano sobre a fase anarquista do Movimento Operário no Brasil.
APOSTILA: TEATRO: "BELLA CIAO" O MOSM junto com o CPV leva um trabalho de formação na área sindical e de Pastoral Operaria.
APOSTILA: "DISCUTINDO A ESTRUTURA SINDICAL" Neste ano, diversos militantes editam sua experiência de resistência às demissões mostrando que os patrões não tem direito de demitir indiscriminadamente os trabalhadores.
LIVRETO: "MINHA REVOLTA NÃO SE VENDE" 1985 Sobre a proposta principal da Oposição das Comissões de Fábrica, a Reconstrução das Lutas Operárias -(RLO) , publica dois livretos:
LIVRETO "AS COMISSÕES DE FÃBRICA EM SÃO PAULO"
LIVRETO: "A COMISSÃO DE FÃBRICA DA ASAMA" A Oposição investe na consolidação da CUT onde tem um membro na Direção Nacional, três na Direção Estadual e seis na Direção Regional. A proposta da Oposição é construir a CUT pela base, dentro das lutas de enfrentamento com o patronato e com o Estado.
TESE: "40 HORAS: UNIFICAR AS LUTAS E CONSTRUIR A CUT" O bloco formado pelo MOSM-SP, pelo Sindicato dos Químicos, dos Plásticos de São Paulo, lidera a grande Campanha Salarial Unificada. O objetivo era forçar uma negociação em bloco de todas as categorias com a FIESP. Conseguimos alcançar meio milhão de trabalhadores em greve por dois dias e as categorias mais fracas conseguiram acordos salariais equivalentes às categorias mais fortes. O MOSM junto com todos os Sindicatos Operários da capital aprova a tese central do Congresso Regional que do ponto de vista da construção da CUT, propõe a construção de zonais como uma forma de articulação intercategorias. Sua tese se chamará:
"CUT PELA BASE": TESE DO II-CONGRESSO Este o ano de 85 o MOSM-SP sempre mantem um debate aberto e livre sobre todas as questões chaves, que envolvem os Cutistas em geral.
TRIBUNA DE DEBATES 1985 1986 A Oposição se prepara para o Congresso Nacional da CUT. Continua a edição da Tribuna de Debates e publica uma nova edição do :
LIVRETO: "AS CENTRAIS SINDICAIS MUNDIAIS" Dentro do esclarecimento sobre as Centrais, a Oposição publica:
LIVRETO: DOSSIÊ O QUE É A CONCLAT - CENTRAL CRISTÃ O MOSM-SP muda o logotipo de seu jornal com destaque para o título que passa a ser " Metalúrgicos da CUT jornal do MOSM".
JORNAL METALÚRGICOS DA CUT Maio - O MOSM realiza seu III Congresso onde define os rumos das eleições sindicais de 87, suas intervenções nos Congressos estadual e nacional da CUT, além da sua intervenção nas lutas desse período. Reestrutura sua forma de funcionamento e oficializa seu símbolo que é o mesmo da Chapa de 84 com destaque agora para a palavra CUT.
LIVRETO: TESES DO III CONGRESSO DA OPOSIÇÃO Julho: II Congresso Nacional da CUT. A Oposição participa da formação da Chapa 2 e que obtém 28,6% dos votos. A proposta levada tem o nome já tradicional na Oposição de "Construir a CUT pela Base ".
TEXTO: "CONSTRUIR A CUT PELA BASE" (Tese e Roteiro) Em 28 de fevereiro, o governo brasileiro baixa um pacote econômico. No dia 29 o MOSM publica, em seu jornal, uma matéria de ataque frontal às medidas, denunciando o prejuízo que isso representaria para os trabalhadores. O MOSM combate a diretoria do Sindicato que afirma que a perda dos salários era de apenas 0,5 quando na verdade era de cerca de 20%. |